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Quem Somos

O I Fórum Internacional de Meio Ambiente e Economia Azul é fruto de uma parceria do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), com o The Air Centre, órgão vinculado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal, e o Sistema Fieb-Senai-Cimatec.

Sema-Inema

Esses dois órgãos são responsáveis pela elaboração da Política de Gerenciamento Costeiro do Estado da Bahia. A Bahia possui 54 municípios situados na costa ou em áreas de influência. Em consonância com o Programa de Governo Participativo (PGP), do governador Rui Costa, a missão da Sema e do Inema é compatibilizar o desenvolvimento econômico com a manutenção e melhoria da qualidade ambiental, garantia da justiça social e mediação de conflitos, valorizando a área ambiental como um importante ativo para a indução do desenvolvimento sustentável, distribuindo os benefícios sociais do uso dos serviços ecossistêmicos.

No contexto do seu papel institucional, a Sema e o Inema buscam a sustentabilidade ambiental, além de instituir um marco legal para a uso e ocupação dessa área.

The Air Centre

O Centro Internacional de Pesquisa do Atlântico (AIR Center) é uma associação portuguesa sem fins lucrativos, vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal, que tem por finalidade apoio a ciência e a pesquisa para a preservação dos ecossistemas marinhos e costeiros e para o benefício de todas as pessoas que vivem em torno do Oceano Atlântico.

Instituto de Geociências da UFBA

O IGEO/UFBA abriga os cursos de Graduação em Geologia, Geofísica, Geografia e Oceanografia da Universidade Federal da Bahia. Também quatro programas de Pós-Graduação: Geologia; Geoquímica: Petróleo e Meio Ambiente; Geofísica e Geografia. Possui Laboratório altamente equipados, e um Centro de Excelência em Geoquímica do Petróleo, que se constitui no laboratório da área temática mais bem equipado do Norte-Nordeste.

Sistema Fieb-Senai-Cimatec

O Sistema Federação das Indústrias do Estado da Bahia – Sistema FIEB é um órgão de representação institucional da indústria baiana, tendo como objetivos principais promover e apoiar ações que visam o crescimento, modernização e melhoria da competitividade industrial do Estado. Além da própria Fieb, o sistema é composto pelo Centro das Indústrias do Estado da Bahia (Cieb), Serviço Social da Indústria (Sesi), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

O Senai-Bahia tem como foco a melhoria contínua do padrão de qualidade e produtividade da indústria, oferecendo qualificação profissional e prestação de serviços especializados nas áreas de educação, técnica e tecnológica, pesquisa aplicada e consultoria. Entre as suas principais unidades, encontra-se o Cimatec, Inaugurado em 2001, o edifício-sede está localizado no bairro de Piatã e tem 6.500 m² de área construída, 33 laboratórios, 12 salas, planta industrial didática de manufatura integrada e planta de fabricação avançada de ferramentas, além de auditório e biblioteca.

O FÓRUM

A ideia de trabalhar com a Economia do Mar é dar seguimento as iniciativas do Governo do Estado, de universidades e empresas baianas, observando tanto as potencialidades de pesquisas científicas para proteção e conservação da biodiversidade marinha como também as oportunidades de formação de cadeias produtivas de produtos dessa biodiversidade.

Em 13 de julho de 2017, União Europeia, Brasil e África do Sul assinaram um acorde de cooperação para pesquisa e inovação no Oceano Atlântico, chamado Declaração de Belém.

A Declaração de Belém foi assinada na histórica Torre de Belém, em Lisboa, por Carlos Moedas, Comissário para Pesquisa, Ciência e Inovação da União Europeia; Gilberto Kassab, então ministro da Ciência Tecnologia Inovação e Comunicações do Brasil; e Naledi Pandor, ministro da Ciência Tecnologia da África do Sul, durante a Conferencia da Nova Era, a New Era of Blue Enlightenment Conference.

Os resultados parciais do primeiro ano de vigor do acordo de cooperação foram apresentados durante All-Bellem Statement Forum, realizado nos dias 23 e 24 de julho de 2017, em Salvador, no Hotel Villa Galé. Foram apresentados ainda desafios para novos projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação no Oceano Atlântico, dentro do esforço coletivo empreendido pelos signatários da Declaração de Belém. Dentre esses desafios destacam se:

• Geração de energias renováveis a partir do Oceano Atlântico.

• Redes de sensores para telemetria no Oceano Atlântico.

• Robótica Marinha e Aérea para realização de missões no Oceano Atlântico.

• Demandas Ambientais

• Demandas Oceanográficas

• Demandas Geológicas

• Demandas Biológicas

Dando continuidade às ações, o Governo da Bahia iniciou tratativas com o The Air Centre viando formar redes colaborativas de economia do mar. A ideia é implantar infraestrutura de suporte para projetos de pesquisa, desenvolvimento, inovação e transferência de tecnologia sobre o Oceano Atlântico e, principalmente, sobre a Baía de Todos-os-Santos, transformando esse ponto de observação em um Centro de Pesquisas Avançado e ponto da rede de pesquisas internacionais no Atlântico Sul.

PROGRAMAÇÃO

Confira a programação

ECONOMIA AZUL

A economia azul é um modelo de desenvolvimento que propõe mudanças estruturais na economia, baseado no funcionamento dos ecossistemas. A ideia é transformar problemas em oportunidades para criar eventuais soluções para a saúde humana, meio ambiente e a economia local.

Este tipo de economia pode ser baseado no uso inteligente e aproveitamento total dos recursos naturais e no funcionamento dos ecossistemas sem prejudicá-los. As soluções propostas pela economia azul não geram consequências indesejadas.

O termo foi criado pelo empresário belga Günter Pauli, que, além da formulação do conceito, indica no seu livro Blue Economy, 100 ideias inovadoras que beneficiam o meio ambiente ao mesmo tempo que satisfazem as necessidades básicas do ser humano.

Segundo Pauli, se as ideias fossem colocadas em prática, seriam gerados cerca de 100 milhões de empregos. Algumas ideias saíram do papel: o engenheiro gaúcho Jorge Alberto Vieira Costa, um dos pioneiros na aplicação do conceito da economia azul no Brasil, realiza pesquisas com algas Spirulina que absorvem CO2 da queima do carvão, produzem proteínas que podem ser utilizadas para complementar os nutrientes da alimentação e, além disso, podem ser transformadas em biocombustíveis.

Sistema Fieb-Senai-Cimatec

As economias verde e azul possuem pontos semelhantes. Ambas defendem sua estrutura na sustentabilidade social, econômica e ambiental. Mas, a economia verde requer mais gastos e investimentos do que a azul, dependendo da vontade política dos governos. Segundo Pauli, apesar de todas suas boas intenções, a economia verde não conseguiu decolar, porque ela exige que os governos subsidiem, que as empresas aceitem lucros menores e que os consumidores paguem mais.

CONTATO

ascom@sema.ba.gov.br

55 71 3118-5373